Boa surpresa da estreia nacional do show Clímax, de Marina Lima, a participação de Karina Buhr na música Desencantados resultou em número encantador da apresentação que lotou o teatro do Sesc Vila Mariana, em São Paulo (SP), na noite de ontem, 24 de junho de 2011. O show reproduz com fidelidade o arranjo ouvido no recém-lançado CD Clímax. Parceria de Buhr com Marina Lima, Edgard Scandurra e Alex Fonseca (o baterista que divide o palco com Marina Lima e o guitarrista Edu Martins), Desencantados é uma das músicas mais bonitas do disco e se impõe no roteiro do show pelo belo jogo cênico armado pelo diretor e cenógrafo do show, Isay Weinfeld. No início do número, Marina e Buhr - vistas em foto de Mauro Ferreira - se posicionam em extremidades opostas do palco. À medida que a música avança, as cantoras se aproximam, se abraçam (de costas para a plateia) e terminam a canção novamente afastadas na posição inicial, em um movimento que simboliza a desilusão com o amor abordada na letra.
Um guia jornalístico do mercado fonográfico brasileiro com resenhas de discos, críticas de shows e notícias sobre futuros lançamentos de CDs e DVDs. Do pop à MPB. Do rock ao funk. Do axé ao jazz. Passando por samba, choro, forró, soul, rap, blues, sertanejo e clássico. Atualizado diariamente. De domingo a domingo. É proibida a reprodução de qualquer texto ou foto do blog em qualquer veículo impresso ou digital - inclusive em redes sociais - sem prévia autorização do autor do blog.
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Boa surpresa da estreia nacional do show Clímax, de Marina Lima, a participação de Karina Buhr na música Desencantados resultou em número encantador da apresentação que lotou o teatro do Sesc Vila Mariana, em São Paulo (SP), na noite de ontem, 24 de junho de 2011. O show reproduz com fidelidade o arranjo ouvido no recém-lançado CD Clímax. Parceria de Buhr com Marina Lima, Edgard Scandurra e Alex Fonseca (o baterista que divide o palco com Marina Lima e o guitarrista Edu Martins), Desencantados é uma das músicas mais bonitas do disco e se impõe no roteiro do show pelo belo jogo cênico armado pelo diretor e cenógrafo do show, Isay Weinfeld. No início do número, Marina e Buhr - vistas em foto de Mauro Ferreira - se posicionam em extremidades opostas do palco. À medida que a música avança, as cantoras se aproximam, se abraçam (de costas para a plateia) e terminam a canção novamente afastadas na posição inicial, em um movimento que simboliza a desilusão com o amor abordada na letra.
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