Projeto de electro pop do cantor e compositor paulista Péricles Martins, Boss in Drama transita por glam e funk. O que de certa forma explica o nome de Laura Taylor - vocalista do Bonde do Rolê - na ficha técnica do primeiro álbum do Boss in Drama, Pure Gold, cujo lançamento está programado para setembro de 2011 pelo selo Vigilante, da gravadora Deck. Taylor canta na faixa Let me Be. Coautora de seis das 11 faixas do disco, a cantora australiana Christel Escosa é a outra convidada do disco, tendo posto voz em três músicas e feito backing vocal em outras duas. Apesar das colaborações de Taylor e Escosa, o álbum Pure Gold foi inteiramente tocado, composto, produzido, arranjado e cantado por Péricles - o cérebro do Boss in Drama.
Um guia jornalístico do mercado fonográfico brasileiro com resenhas de discos, críticas de shows e notícias sobre futuros lançamentos de CDs e DVDs. Do pop à MPB. Do rock ao funk. Do axé ao jazz. Passando por samba, choro, forró, soul, rap, blues, sertanejo e clássico. Atualizado diariamente. De domingo a domingo. É proibida a reprodução de qualquer texto ou foto do blog em qualquer veículo impresso ou digital - inclusive em redes sociais - sem prévia autorização do autor do blog.
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5 comentários:
Projeto de electro pop do cantor e compositor paulista Péricles Martins, Boss in Drama transita por glam e funk. O que de certa forma explica o nome de Laura Taylor - vocalista do Bonde do Rolê - na ficha técnica do primeiro álbum do Boss in Drama, Pure Gold, cujo lançamento está programado para setembro de 2011 pelo selo Vigilante, da gravadora Deck. Taylor canta na faixa Let me Be. Coautora de seis das 11 faixas do disco, a cantora australiana Christel Escosa é a outra convidada do disco, tendo posto voz em três músicas e feito backing vocal em outras duas. Apesar das colaborações de Taylor e Escosa, o álbum Pure Gold foi inteiramente tocado, composto, produzido, arranjado e cantado por Péricles - o cérebro do Boss in Drama.
pela foto, não quero nem ouvir...
olha o preconceito musical!!
Não é preconceito musical, é sexual mesmo.
ouçam, é interessante: mistura de daft Punk, Cassius e afins. O som é uma retro-disco-funk meio tosca, com toda a afetação necessária para integrar o divertido universo camp.
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